Do conceito, pelo licenciamento, à construção.
Ao longo de mais de 20 anos, a SOMA desenvolveu uma vasta experiência em áreas exigentes e de elevada complexidade, com trabalhos realizados em Portugal e no estrangeiro — desde a conceção e o plano diretor até ao licenciamento e à construção.
Indústria farmacêutica e de cuidado pessoal — APIs, injectáveis, liofilizados, entre outros produtos em ambientes estéreis e de produção controlada.
Abrange desde o licenciamento industrial e camarário — atravessando os enquadramentos do IAPMEI, SIR, INFARMED e APA — e o masterplan, até ao projecto de execução e coordenação técnica das áreas produtivas, logísticas, técnicas e laboratórios.
Centrais solares fotovoltaicas ligadas à rede nacional de transmissão, unidades de hidrogénio verde, hibridização com armazenamento e as subestações associadas.
Abrange desde o estudo de viabilidade e licenciamento — atravessando os enquadramentos da RAN, REN, PDM e APA —, ao masterplan da central, projecto de execução e coordenação técnica das infraestruturas eléctricas, hidráulicas e de implantação.
Campus de data centres em várias escalas — do operador regional ao hyperscaler — com subestações dedicadas e infraestruturas associadas. Abrange desde a viabilidade municipal e licenciamento — atravessando os enquadramentos da RAN, REN, PDM e APA —, ao masterplan, projecto de arquitectura, coordenação técnica das infraestruturas eléctricas, de refrigeração e de implantação, e coordenação de processos de Projecto de Interesse Nacional (PIN) junto da AICEP quando aplicável.
Quatro princípios, um método.
A SOMA actua como interlocutor e coordenador técnico do promotor ao longo de todo o ciclo do empreendimento, da concepção à entrega. Para além do projecto, aconselha o promotor sobre o enquadramento urbanístico, o procedimento administrativo e os riscos regulatórios.
A relação com câmaras municipais e entidades licenciadoras precede qualquer submissão formal. Para tal, a SOMA promove o diálogo informal sobre interpretações regulamentares, condicionantes do terreno e pareceres externos previsíveis.
Desde a fase de Estudo Prévio, arquitectura e engenharias trabalham como projecto único — em sessões conjuntas, com decisões partilhadas sobre estrutura, envelope, fluxos e infraestruturas. A indivisibilidade declarada no início da prática traduz-se em método operacional desde o primeiro traço.
Com prática BIM consolidada desde 2007, a SOMA agrega arquitectura e engenharias num modelo único, com detecção sistemática de conflitos e nível de informação progressivo por fase. Todo o processo de trabalho será coordenado através do BIM Execution Plan (BEP), o instrumento que torna possível trabalhar arquitectura e engenharia como projecto único.
Mais de duas décadas, uma vocação.
A SOMA foi fundada em Lisboa em 2002, com uma primeira encomenda industrial regulada que viria a definir a trajectória da prática: tipologias técnicas, ambientes sob exigência regulatória, e a articulação directa entre arquitectura, engenharias e licenciamento.
Hoje, a SOMA é uma prática vocacionada para infraestruturas de elevada complexidade técnica e regulatória. Tem acompanhado, ao longo de mais de duas décadas, cada vanguarda à medida que chega a Portugal — da indústria farmacêutica aos parques solares de grande escala, do hidrogénio verde aos data centres hyperscale. A par desta trajectória, acumula um vasto portfolio de projectos de equipamentos públicos, empreendimentos turísticos, instrumentos de planeamento territorial, entre outros.
A esta trajectória soma-se um forte ADN para operacionalizar projectos de elevada complexidade e investimento estratégico, quer junto de entidades privadas, públicas ou agências governamentais, incluindo a coordenação de processos de Interesse Nacional (PIN). A prática está sempre aberta a ser desafiada para outras infraestruturas críticas com lógica e exigências semelhantes — sectores estratégicos onde o método de trabalho da SOMA se transfere com naturalidade.


Miguel O’Neill Mendes,
Arquitecto e urbanista, com pós-graduação em gestão avançada de projectos. Dirige a SOMA desde a fundação, em 2002, conduzindo projectos de escala e complexidade com forte exigência técnica e regulatória, em interlocução directa com promotores, gestores de projecto internacionais e entidades licenciadoras. Actua como lead designer e consultor estratégico ao longo do ciclo de vida do projecto — postura que define a relação da prática com o cliente.
A portfolio of the last years.
Built work spanning 25 years, throughout which the method described here has taken shape — across different sectors, with both national and international clients.













